Amadou Hampâté Bâ, um pensamento que permanece como referência
- 25/08/2026
A História da África, não se pode limitar à era colonial. Tem de partir da antiguidade. Disto estava convicto Amadou Hampâté Bâ. Dedicou-se, então, à recolha das tradições orais. Dizia: “Em África, um ancião que morre é uma biblioteca que arde”. Queria a valorização das tradições orais. A UNESCO acatou e publicou vários volumes da História da África. A 35 anos da sua morte, o seu pensamento continua a interpelar a África e o mundo, como salienta Filinto Elísio nesta crónica a ele dedicada.
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